Fraude das eleições de 2026: Comentário

Comentário de Whit3zin sobre as eleições de 2026, os desdobramentos políticos, a fé cristã e a identidade paulista.
As eleições presidenciais de 2026 chegaram ao fim com um segundo turno que, a meu ver, foi claramente fraudado pelo eixo PT-STF, garantindo a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, a quem não posso deixar de chamar de ditador e larápio.
Escrevo estas palavras de dentro de uma sala de aula, no dia 28 de outubro de 2026, às 10h35 da manhã, ainda refletindo sobre os acontecimentos e sobre qual deve ser nossa reação diante deles.
No dia 25, eu estava levemente embriagado e, em um Space com amigos e mutuals acompanhando a apuração, recordo-me de ser um dos que estavam a falar para não blackpillarmos, que Flávio iria virar. Eu falava que viraríamos, que todos os indicadores mostravam isso, até que chegou uma hora em que percebi que deu ruim. Às 19h07, a projeção do seuimposto.com disse que Lula iria ganhar com 51,79% dos votos. Pensei: “Isso não é possível matematicamente, por conta de todos os outros indicadores”, e eu não podia estar mais certo e, ao mesmo tempo, errado. Pois não era possível mesmo. Eu afirmo aqui, com todas as palavras, que o ganhador das eleições presidenciais de 2026 foi Flávio Bolsonaro. Mas onde errei foi ao pensar que a esquerda não jogaria tão sujo a esse ponto; eu me esqueci do terrorismo eleitoral feito pela esquerda. Esqueci-me de que o eixo PT-STF jogava tão sujo.
Gritei em meu quarto, comemorando às 19h45, quando Flávio virou, pois vi ali o desejo do povo brasileiro por uma mudança, por algo novo. Ouvi até fogos. Então pensei: “Bom, o pior já passou, o Nordeste finalmente perdeu”. Não podia estar mais errado. Às 20h24, quando Lula passou Flávio novamente, pensei: “Ele recupera, o sino ainda não tocou”. Não me recordo exatamente do horário em que me dei conta de que perdemos, de que fraudaram as eleições. Eu, obviamente, fiquei iradíssimo, ao ponto de ter vontade de apedrejar meus vizinhos petistas — que, por alguma coincidência, têm a casa mais ferrada da rua, que inclusive desvaloriza até as outras casas da rua, de tão feia que é. Estavam a comemorar. Eu estava tão irado que bati no saco de pancadas que tenho em minha casa até minhas mãos sangrarem. E julgo a ira justa, mas não julgo as ações que tomei com ela intrinsecamente boas.
Reconheço Flávio Bolsonaro como presidente do Brasil, e Lula não pode ser referido como presidente, e sim como um ditador.
Estava a redigir isto quando, às 17h39, recebi a informação de que, após a retirada de Flávio para os Estados Unidos, acabara de chegar uma carta destinada ao povo brasileiro. Irei anexá-la integralmente aqui e comentar sobre ela.
“Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil.
Antes de mais nada, queria agradecer ao Presidente Milei, pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao Presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher. Essa é uma terra de liberdades e irmãos que comungam dos mesmos valores das boas pessoas do meu país. O Presidente Trump é um grande defensor da liberdade de expressão.
Na noite de domingo, vi estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar diante dos meus olhos. A atuação ilegítima e ilegal do ex-advogado do Lula permitiu que uma impossibilidade matemática se concretizasse e Lula acrescentasse mais de 10 milhões de votos do primeiro para o segundo turno. Uma decisão do STF, tomada por cima da competência do TSE, estendeu a votação no apagar das luzes, e a ordem só chegou depois do fim do horário legal, quando as urnas já estavam encerradas. Eleitores ficaram submetidos a regras diferentes. Até agora, o TSE se limitou a defender a prorrogação do horário e não há sequer uma única resposta crível. E as nulidades não são o único problema. Ao longo de toda a campanha, houve abuso de poder político, econômico e uso da máquina pública em favor da reeleição. São fatos graves, expressamente vedados por lei, que justificam a cassação da chapa Lula-Alckmin.
A resposta do regime ao meu questionamento veio rápida. Como num plano previamente elaborado, sete minutos após essa repugnante fraude eleitoral, o juiz, implicado em um imenso escândalo de corrupção, diretamente citado no inquérito que usou para tentar sequestrar meus passaportes, e que muito provavelmente estaria preso, se eles não tivessem impedido a minha posse, pôs em andamento a máquina de perseguição política do regime. Sendo impedido de origem e completamente suspeito para iniciar qualquer procedimento judicial contra mim, a sua mera participação em atos processuais mostra o tamanho da arbitrariedade e ilegalidade em andamento.
Não era minha intenção deixar minha pátria, mas eu sei exatamente onde isso vai dar. Isso é o manual clássico de qualquer golpe de Estado. A perseguição política que começou com meu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e se espalhou para milhares de outros brasileiros patriotas comuns e até mesmo cidadãos americanos, tem um único objetivo: silenciar qualquer pessoa que não concorde com o regime de exceção instaurado no Brasil, através de uma Suprema Corte aparelhada pela organização criminosa petista.
Para deixar claro, não existe nenhum mandado de prisão contra mim, porque eu não cometi nenhum crime. O que existe é uma caça às bruxas politicamente motivada, que visava me colocar como refém e objeto de chantagem para proteger os juízes corruptos da Suprema Corte do impeachment. Eis o roteiro da perseguição: apreensão de passaporte, tornozeleira eletrônica, censura, prisão domiciliar, julgamento de fachada e, finalmente, condenação política.
Não vou submeter minha família a isso e meu país não merece passar novamente por este vexame internacional. Diante da instrumentalização política da Justiça no Brasil, trouxe minha família para os Estados Unidos, onde estamos em segurança. Agradeço, mais uma vez, ao Presidente Trump e ao governo americano por nos acolherem e nos darem a segurança jurídica que não temos mais no Brasil.
Quero deixar claro: não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil, saí de um regime de exceção para poder ser o líder que o meu povo merece, pois calado, preso e censurado, como meu pai está, eu não poderia ser essa liderança e seríamos entregues ao teatro institucional de uma oposição castrada e controlada pela Suprema Corte repleta de serviçais do regime.
Não sou o primeiro a ter que lutar pelo próprio país longe dele. Rui Barbosa foi para o exílio por enfrentar o arbítrio de Floriano Peixoto e de lá seguiu defendendo a lei e a liberdade. Charles de Gaulle liderou a França Livre a partir de Londres, condenado à morte pelo regime de Vichy, e voltou para libertar o seu país. José Martí organizou a luta pela independência de Cuba a partir de Nova York. Na Venezuela, Juan Guaidó e Edmundo González tiveram que deixar o país por enfrentar a ditadura chavista, e María Corina Machado, mesmo perseguida, se recusou a legitimar a fraude e se tornou um símbolo mundial da resistência democrática. Todos eles foram tratados como criminosos pelos regimes que enfrentavam. A história os chamou de outra coisa.
Este é apenas o começo da nossa luta pela democracia, pelos direitos humanos e pela liberdade no Brasil. Quero dizer, não só para os meus 60 milhões de eleitores, mas para o povo brasileiro, que eu sou o presidente eleito e os criminosos que roubaram a eleição do Brasil são parte de uma organização criminosa que implementou uma tirania. Vocês que almejavam a mudança, e eu não vou abandoná-los, eu serei a voz e a liderança livre da nossa nação.
Às instituições brasileiras, faço um apelo: essa sandice precisa acabar. O Brasil vive hoje um caos jurídico, de corrupção e de perseguição política, em que a oposição tem medo de falar e a família de um ex-presidente é tratada como inimiga do Estado. Nenhuma nação consegue viver em paz ou prosperar assim. Ainda há tempo de restabelecer o equilíbrio entre os Poderes e devolver aos brasileiros a confiança que perderam.
À comunidade internacional, peço: não normalizem o que está acontecendo no Brasil. O que acontece hoje no meu país não é normal e não pode ser tratado como normal.
Aos senadores, deputados e governadores que ajudei a eleger, e em especial ao meu candidato à presidência do Senado, Rogério Marinho: sei que hoje vocês não têm a liberdade necessária para o pleno exercício da atividade política. Por isso, liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr.
E a você, que votou em mim e sonha com a mudança: não estamos derrotados e não estamos sozinhos. Este é apenas o começo da nossa luta pela democracia, pelos direitos humanos e pela liberdade no Brasil. Nos próximos dias, vou me dirigir regularmente ao povo brasileiro, e apresentaremos uma estratégia para mobilizar a oposição e o imenso apoio popular que temos, por todos os meios pacíficos e legítimos, para impedir que Lula consolide um regime ditatorial no Brasil. Peço a cada um que permaneça firme e jamais desista.
Saí do Brasil, mas não abandonei os brasileiros. Esta luta não terminou no dia 25 de outubro. Ela só termina quando o Brasil voltar a ser um país livre. E esse dia vai chegar.
Que Deus abençoe o Brasil.
Flávio Bolsonaro”
Uma belíssima carta de meu presidente, Flávio Bolsonaro. As ações tomadas por Flávio na saída para os EUA, após o que considero um golpe de Estado, e a carta ao povo foram admirabilíssimas. Flávio acaba de agir de maneira muito superior à do pai após a derrota de 2022. Jair Bolsonaro, como já admitiu, jogou limpo em um jogo de cartas marcadas; o filho acabou por não repetir o erro do pai.
O que fazer após as eleições? Recomendo a quem tiver reservas em reais dolarizar um pouco, mas não tudo. Os juros aqui só irão aumentar, a renda fixa está melhor do que nunca, mas não sou especialista na área, então sigam por sua conta e risco.
Os petistas estão em êxtase; nós estávamos em tristeza, até agora. Voltemos a trabalhar. Flávio chegou bem por lá. Temos que mostrar a eles que não os tememos; não temeremos os tiranos, nós só tememos a Deus.
Faremos um apelo ao único Supremo Tribunal que existe, o tribunal de Nosso Senhor Jesus Cristo.
“E de novo há de vir, em Sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o Seu reino não terá fim.”
Eu fiz uma postagem da bandeira que está anexada aí, a bandeira de Um Apelo aos Céus. Temos de rezar, e muito, por este país; rezar para que alcancemos o céu e, sim, rezar pela conversão e pelas almas desses malditos, no sentido mais literal da palavra, desgraçados: os petistas. Pois eles irão para o inferno se continuarem com as almas nesse estado lastimável.
Não se refiram a Lula como presidente do Brasil, em momento algum. Não deixem que eles controlem a tua linguagem; diga a realidade, refira-se a Lula como ditador do Brasil, pois é isso que ele é.
Que Deus nos abençoe e que Ele, acima de tudo, abençoe nosso presidente, eleito pela vontade do povo e de Deus: Flávio Bolsonaro.
Digo, Flávio já demonstrou ter mais testosterona do que metade dessa bolha. Quem o criticou por se retirar do Brasil que vá até a privada mais próxima para ingerir fezes, pois é isto que tu és, tu, ingeridor de excremento humano. E digo mais: se tu votaste em qualquer candidato de terceira via que seja, vai à merda. Tu contribuíste com essa bosta. Poderíamos ter ganhado no primeiro turno e dado um golpe surpresa que a esquerda não conseguiria fraudar tão facilmente quanto agora. Tu foste um imbecil de merda.
Fizemos tudo o que foi possível e impossível dentro das “quatro linhas”; agora é mandarmos a moderação para o quinto dos infernos. Que a ditadura petista caia.
E aproveito este momento para declarar publicamente minha posição: sou paulista, acima de tudo. Defendo a independência de São Paulo e estou disposto a apoiar qualquer movimento sério e organizado que trabalhe legitimamente pela emancipação de nossa terra. O povo já se cansou de financiar esses vermes.
Faço também questão de parabenizar Paulo Kogos por sua atuação durante a campanha eleitoral e por suas manifestações em suas lives. Meu voto nele em 2026, assim como os votos de minha família em 2024, valeram muitíssimo a pena. Não me arrependo nem por um segundo desse apoio e faço questão de registrar publicamente meu reconhecimento.
Não sei o que nos reserva o futuro. Não sei quanto tempo levará até que a verdade prevaleça, nem quantas provações ainda teremos de enfrentar. Mas sei de uma coisa: não entregarei minha consciência ao desespero, tampouco permitirei que a ira me transforme naquilo que mais desprezo.
Que a nossa indignação se converta em trabalho, que a tristeza se converta em perseverança e que a nossa fé não se limite às palavras. Continuaremos a escrever, estudar, trabalhar, rezar e defender aquilo que julgamos verdadeiro, sem abandonar a razão nem a justiça.
Pois os governos passam, os homens morrem, as instituições se transformam e até as maiores potências da Terra acabam reduzidas a pó. Mas o Reino de Nosso Senhor Jesus Cristo não terá fim.
Que Deus tenha misericórdia de nossa pátria.
Viva Cristo Rei.
Comentários
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KKKkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Chupa mais minhas bolas paulista, gosto assim.